Vestir-se, tomar banho, cozinhar, escrever, voltar ao trabalho ou brincar , são estas as atividades que a terapia ocupacional ajuda a recuperar quando uma doença, uma lesão ou o envelhecimento as tornam difíceis. O terapeuta ocupacional avalia o que a pessoa precisa e quer fazer, treina essas tarefas de forma progressiva, adapta os gestos e o ambiente e prescreve produtos de apoio ou ortóteses. É uma intervenção centrada na autonomia real, do adulto após AVC à criança com dificuldades de motricidade fina.

Nota dificuldade em vestir-se, tomar banho, comer sozinho, realizar tarefas domésticas, perda de força ou destreza nas mãos ou dificuldade em regressar ao trabalho.
Acompanha recuperação após AVC ou cirurgia, alterações da autonomia, dificuldades motoras e funcionais e, nas crianças, problemas de caligrafia, manipulação de objetos ou sensibilidade a ruído, luz e texturas.
Pretende recuperar autonomia nas atividades do dia a dia, adaptar a casa, reduzir o risco de queda ou melhorar a participação da criança na escola, em casa e nas suas rotinas.
A avaliação começa pelas atividades que são importantes para si e pelas dificuldades concretas do dia a dia, incluindo destreza, força e capacidade cognitiva. Definem-se objetivos funcionais e treinam-se as tarefas em sessão, com adaptação de gestos, sugestões de alterações em casa e, quando útil, ortóteses ou produtos de apoio. Sai com um plano prático e exercícios para continuar em casa.
Consultas e procedimentos realizados por profissionais de saúde, com avaliação clínica e acompanhamento. Se não tiver a certeza do serviço indicado, marque a consulta — ajudamos a definir o melhor ponto de partida.